domingo, 31 de dezembro de 2006

2006

Defino 2006 como o ano do reencontro.
Reencontrei amigos, reencontrei parentes, mas, principamente, ME reencontrei.
Criei coragem e olhei para mim. Respirei fundo e comecei uma faxina interior. Estou jogando fora velhos conceitos, velhas crenças e travei uma luta contra o medo que tanto nos paralisa.
Quando o medo vai embora a gente enxerga que a vida é um infinito de possibilidades. E em sua maioria boas.
Encerro o ano com uma grande lição: perdão.
Durante o ano eu me perdoei diversas vezes. E, para terminar esse ciclo, descobri que perdoar os outros traz paz e nos liberta.


terça-feira, 5 de dezembro de 2006

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

Nostalgia

E parece que ainda ontem éramos apenas adolescentes sentados na beira do portão, jogando conversa fora pela madrugada; atravessando o bairro a pé para buscar minha escova de dentes. Rodando à toa pela noite com o carro estrategicamente "roubado" da garagem.
Mas esse ontem já foi há mais de dez anos. Putz! Que saudade...
Toda vez que vou lá é a mesma coisa; a nostalgia me consome.
Que bom que vocês fazem parte da minha história.
Bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Vocês são minha família. Para sempre.

domingo, 3 de dezembro de 2006

Sobre a "normalidade"

"Ser 'normal' é o ideal dos que não têm êxito, de todos os que ainda se encontram abaixo do nível geral de adaptação. Mas para as pessoas que não encontram qualquer dificuldade em alcançar êxitos e em realizar sua cota-parte de trabalho no mundo, para estas pessoas a compulsão moral a não serem nada senão normais, significa o leito mortal e insuportavelmente fastidioso, um inferno de esterilidade e desespero".
(Carl Jung)
"Fé sem ciência é fanatismo; ciência sem fé pode ser loucura." (Thomas Edison)

sábado, 2 de dezembro de 2006

Neuroses

As religiões são neuroses coletivas.
E as neuroses são religiões individuais.
(Freud. Eu acho.)

Noite

Sou notívaga.
Gosto do silêncio que vem com a noite.
À noite não tem trânsito; é calma.
A noite é iluminada pelo brilho da lua; o céu é decorado pelas estrelas.
À noite o telefone não toca; nem a campainha.
À noite os chatos estão dormindo.






terça-feira, 28 de novembro de 2006

Tente!

Desapegue-se dos seus medos. Elem minam a sua alegria de viver.
(não lembro onde li)

domingo, 26 de novembro de 2006

Veneno Antimonotonia

Veneno antimonotonia é o nome de um livro que reúne os "melhores poemas contra o tédio". Foi a melhor compra que fiz nas últimas semanas.

"Todo poema é, por princípio, um veneno antimonotonia". (Eucanaã Ferraz)

Não tenho a pretensão de escrever poemas. Comecei a me interessar pelo assunto quando, por acaso, li um livro do Mário Quintana chamado Canções. Simplesmente maravilhoso, desentediante, inspirador.

A poesia quebra a rotina dos textos estáticos; acaba com a monotonia do pensamento enferrujado.

sexta-feira, 24 de novembro de 2006

Idiota

Tem gente que acha que podemos fazer os outros de idiota. Eu não concordo. Eu acho que a gente só pode SER idiota.

IDIOTA: (lat idiota) adj e s m+f 1 Que ou aquele que tem pouca inteligência. 2 Estúpido, pateta; ignorante. 3 Med Doente de idiotia. 4 Psicol Pessoa com deficiência intelectual. (Michaelis)

Idiota são os apócrifos. Idiota é quem vive a partir da história dos outros. Idiota é quem põe acento onde não tem.