domingo, 25 de março de 2007

Faça o que eu falo...

Hoje o Fantástico mostrou uma reportagem sobre os perigos da escova progressiva. Matéria bacana, explicativa, com a opinião de especialistas etc.
Mas no fim da matéria aparece a Glória Maria aconselhando: "garotas, assumam seus cachos!"

Justo a Gloria Maria, que não assume nem a idade e usa o cabelo mais esticado da televisão brasileira! Só rindo mesmo.

[... mas não faça o que eu faço.]

segunda-feira, 19 de março de 2007

Cinema / Dica

Se quer ficar com medo: "Uma verdade inconveniente", de Al Gore. Mas se preferir a fantasia à realidade, "Ponte para Terabítia". Simplesmente lindo e mágico.

"Mantenha a mente sempre aberta"

sábado, 17 de março de 2007

Acertividade

Você sabe o que quer da vida? Tem certeza disso?
Policie seus pensamentos, pois, cedo ou tarde, eles irão se materializar.

[voltando pra casa com a baqueta do Ma]

quarta-feira, 14 de março de 2007

Mutantes

"Nós somos feitos da mesma matéria dos sonhos"

[acho que é Shakeaspere, mas li num texto do Deepak Chopra]

terça-feira, 13 de março de 2007

Uma coisa é uma coisa...

... e outra coisa é outra coisa.
Cultura não é sinônimo de inteligência e vice-versa.

Cultura tem muito mais a ver com memória e oportunidade do que com inteligência. Conheço pessoas que têm uma bagagem cultural bem bacana, mas que não são inteligentes. Assim como conheço pessoas inteligentes que não são cultas, ou por falta de oportunidade ou por terem memória ruim.

Eu me encaixo nas que têm memória ruim. Aliás, a tecla DEL do meu cerébro funciona tão bem que às vezes deleta até o que não deveria.

[tentando um CTRL Z]

domingo, 11 de março de 2007

quinta-feira, 8 de março de 2007

Temos mesmo o que comemorar?

Há alguns dias li uma matéria que falava sobre a "evolução" das mulheres ao longo dos anos.
Coloco "evolução" entre aspas porque, sinceramente, não sei se evoluímos de fato.

As feministas rasgaram os sutiãs e brigaram para ter os mesmos direitos dos homens. Ok, conquistamos nosso espaço, melhoramos alguns aspectos da vida cotidiana, mas para quê? Para virar uma tchutchuca? Para ser objeto sexual? Para ser valorizada pelo peito siliconado e não pelo caráter?

O que conseguimos realmente nesses últimos anos? Acumular funções. Hoje em dia, além de cuidar da casa, dos filhos, do marido, ainda trabalhamos fora. E, apesar de nos destacarmos mais do que eles, ganhamos menos.
Cada vez mais sofremos com a pressão da mídia para estar sempre em forma, com o cabelo liso, a roupa da moda. Além disso temos que ter as pernas, a virilha e o buço depilados. Sempre.
Mas, se saímos com mais de um cara na mesma semana, ainda somos taxadas de p...

Eu não quero ser tchutchuca, não quero colocar silicone no peito e nem ser valorizada pela bunda sem celulite. Quero, sim, conquistar meu espaço; ter o salário equiparado ao dos homens; posso até rachar a conta no motel, mas quero ter a porta do carro aberta por ele.

Na verdade eu quero ter meus direitos equiparados aos dos homens, mas sem perder as regalias do sexo frágil. Afinal de contas, ainda sou mulher.

BelzeBUSH

Estamos vivendo a maior crise de violência no país e o governo, só este mês, gastou uma fortuna com o Fernandinho Beira-Mar e agora com a visita do BelzeBush. Puta palhaçada. Esse país é uma piada mesmo. Os protestos não deveriam ser contra o Bush, mas sim contra o imbecil do Lula. Enquanto tem gente sendo baleada a torto e à direita pelas ruas, ele gasta o tempo batendo pênaltis com o governador do Rio.

quarta-feira, 7 de março de 2007

Free

Eu adoro essa coisa de não ter horário para trabalhar. Agora, por exemplo, são 01h29 e eu estou trabalhando. Mas, em compensação, amanhã posso sair da cama a hora que eu quiser.
Para uma notívaga que detesta a rotina, isso é massa*.



* gíria genuinamente nordestina que significa legal, ótimo, bacana etecétera.

Família Panda


[Dois pandas em Maracaípe - PE. Ó céus, ó vida...]

terça-feira, 6 de março de 2007

Ainda sobre o carnaval


O carnaval, na minha modesta opinião, é muito mais do que mulheres bonitas e seminuas; é mais do que milhares de pessoas seguindo um trio elétrico ou desfilando numa escola de samba; vai além de mais um feriadão em casa, descansando ou viajando.
O carnaval é uma das manifestações populares mais ricas do planeta - rica no sentido de cultura, e não do dinheiro gasto nas festas.

Na Bahia tem a exaltação da cultura afro; no Rio e em SP têm os sambas-enredo baseados em fatos históricos ou temas atuais; em Recife, o frevo - que nasceu a partir da capoeira e comemora 100 anos; sem mencionar os carnavais dos interiores do Brasil que não são televisionados.

E, apesar de ter origem européia, atualmente o Carnaval faz parte de uma cultura genuinamente brasileira. Em nenhum outro país há uma festa tão grandiosa como essa. O Galo da Madrugada, por exemplo, é o maior bloco de rua do mundo e atrai mais de um milhão e meio de pessoas todos os anos para as ruas do Recife. Salvador também leva milhões de foliões às ruas todos os anos. Cada escola de samba é composta por cerca de 5 mil pessoas.
E todos, à sua maneira, estão exaltando a cultura brasileira.

Há alguns dias conheci um grego na praia de Boa Viagem e perguntei a ele qual é a imagem do Brasil na Grécia. Ele disse que a visão dos gregos é a de que somos um povo feliz; que temos muitos problemas sociais, mas que ainda assim somos alegres e otimistas. Os gregos imaginam que aqui o clima é de festa o ano inteiro.

O ano inteiro não. A gente também trabalha, luta e batalha bastante; somos vítimas da violência e da corrupção; ralamos muito para manter a quarta maior cidade do mundo funcionando; somos explorados, sofremos e ficamos indignados diante de tantas injustiças. Mas, durante o Carnaval, somos exatamente do jeito que eles imaginam. Afinal, diante da guerra que o mundo está vivendo, essa trégua carnavalesca é mais do que merecida.
[na foto, um Boneco de Olinda]

quinta-feira, 1 de março de 2007

Melhor assim

O médico disse que o meu caso não é dengue. Ele, o médico, é meio esquisito. Além disso, sabe como é... a consulta não dura nem 5 minutos (e olha que paguei por ela). Mas, já que eu estou melhor, é melhor acreditar nele.

[esperando o Lê]