quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

No débito ou no crédito?

É interessante a sensação boa que temos ao comprar quando o gasto não é obrigatório. E não é coisa de mulher deprimida que usa o shopping como terapia. É do ser humano mesmo. Comprar é prazeroso. Tudo bem que é uma condição momentânea, dura apenas o tempo do objeto ficar "velho" - o que hoje em dia é quase instantâneo. Mas a compra, em si, nos distrai e nos deixa felizes, mesmo que só até atravessar a esquina da loja. É como uma droga: tem efeito temporário. E viciante.

3 comentários:

Paulo disse...

Comprar faz mesmo muito bem! O problema mesmo é o crédito, é nossa mania de achar que o valor do cheque especial ou do cartão faz parte do nosso pagamento. Não vai contar o que comprou? :P

Beijos

james disse...

É um presentinho, só que vc dá para si mesmo...

Viajei.

Um abraço.

Carol Rocha disse...

Paulo:
claro que conto. Comprei um celular novo e troquei de carro. rs
Mas a sensação é a mesma quando compro um café na loja de conveniência. rs

James:
eu também me sinto muito bem quando presenteio alguém que não seja eu mesma. rs