quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

No país do carnaval...

Eu adoro o carnaval. Dos feriados brasileiros, acho que é a festa mais animada, ao lado do réveillon. Parodiando o samba, "quem não gosta de carnaval é ruim da cabeça ou doente do pé."
Já participei da festa em São Paulo, no Rio, já pipoquei em Salvador e ano passado aproveitei os últimos dias do carnaval em Recife - mais precisamente no Recife antigo. Não consegui chegar a tempo de sair no Galo da Madrugada.
Este ano andei meio desanimada e nem assisti aos desfiles do Rio e de SP. Vi que a Vai-Vai ganhou - escola para a qual eu torço em SP -, e agora estou acompanhando a apuração do Rio. Por lá, torço para a Viradouro.
Não é de hoje que acho que rola a maior maracutaia na disputa carioca. Podem reparar que são sempre as mesmas escolas que ocupam as primeiras posições. Três ou quatro escolas dividem, todos os anos, as primeiras colocações. Eu, sinceramente, não acredito que a disputa é honesta. Se tem participação de traficante nos desfiles da Mangueira, acredito que entre os jurados também há algum complô.
Brasil: país do samba, carnaval e futebol. Dá para confiar? Nem nisso.

7 comentários:

Ricardo Soares disse...

não dá pra confiar não Carol...nem nisso nem em muita coisa... adorei a coincidência entre o tema de nossos posts e adorei sua visita...bj

Ricardo Soares disse...

ah... thanks pelo link... tô retribuindo
kiss

Paulo disse...

Pois é... O tipo de coisa que a gente evita pensar pra não estragar a festa, parecido com Papai Noel. Enfim, é Carnaval! ;)

Beijos!

Rodrigo disse...

É tudo coincidência!

Sig Mundi disse...

O carnaval há muito tempo é "festa de traficante"...
Se investissem esse dinheiro pensando em educação seria muito melhor! Mas aí não é festa né?

bjs, andrea

Elisandro disse...

Na verdade eu até acho legal a alegria da festa e tudo mais, só que geralmente fico mais quieto mesmo. Agora o feriado prolongado é bom demais pra mim.

Re: também já tive algumas dores de cabeça com telemarketing. =)
bjo.

Elisandro disse...

Ah, adorei essa frase do Nietzsche. Gosto muito!